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outubro 23, 2016

Aventuras na Cozinha #4

Tenho andado com vontade de voltar a publicar algumas receitas de vez em quando :)
Nada melhor que a esquecida rubrica Aventuras na Cozinha voltar ao activo.

Já tenho algumas receitas "em carteira" que quero partilhar e hoje decidi começar!

Andava a procura duma receita para fazer para o jantar e queria gastar uns rabanetes que tinha no frigorífico há mais de uma semana.
Não encontrei nada de jeito :/

Há uns bons meses tinha feito um salteado com rabanetes que gostei imenso, mas não me lembrava da receita só sabia que levava vinagre...
Como também não encontrei nada que me apetecesse, decidi inventar com o que tinha ali para gastar.
Até correu bem! Ficou um cheirinho mesmo apetitoso e estava muito bom. :)

outubro 05, 2016

4 anos depois...

Olá,

Parece que o blog já fez 4 anos..
Eu também fiz 4 anos de Farmacêutica, ontem, dia 4 de Outubro.
Há 4 anos tinha sido véspera do último feriado a 5 de Outubro (que entretanto foi retirado).
Este ano já temos direito à Implantação da República novamente.

Andei a reler há uns dias as primeiras publicações que aqui fiz e de como morri de pânico na apresentação da tese. A verdade é que sobrevivi e desde então tenho exercido a profissão que queria.

Passou algum tempo, mas não demasiado, e parece-me uma boa altura para recordar e fazer um balanço geral.

Não costumo falar/escrever muito sobre isto em nenhum local público, mas também não tenho nada a esconder.
Quem me conhece sabe que fui para Ciências Farmacêuticas porque realmente queria este curso. Verdade que inicialmente pensei que ia para poder seguir investigação, investigação bioquímica (quando percebi que era a área que mais gostava, já estava na faculdade). Mais tarde percebi que a vida de investigador era tudo e mais alguma coisa. Muito longe de descobrir a cura para todas as doenças depressa e eficazmente sem milhões de tentativas, horas sem dormir, fracassos acumulados, aulas para dar e artigos para escrever. A juntar o salário não tão bom e os horários instáveis.
Estava eu pelo 3º ano, talvez, e percebi que queria uma coisa mais rotineira e dinheiro certinho ao fim do mês. (Mal eu sabia que as coisas estavam a mudar muito "cá fora" no mundo do trabalho).
Achei que a farmácia comunitária fazia sentido naquilo que eu esperava futuramente, no que toca a horários (o normal era as farmácias não trabalharem aos fins-de-semana e feriados, fecharem às 19h ou 20h e algumas também para hora de almoço, exceptuando quando estavam na escala de serviço nesse dia) e ordenados (gordinhos, os melhores da classe farmacêutica, com subidas anuais).

Como não conhecia muito da realidade sem ser ir à farmácia com a minha mãe quando vinha do médico com alguma receita, (sim porque na faculdade não se fala muito das farmácias, pelo menos não até chegarmos ao 5º ano, que por sinal é o último, e mesmo assim não dizem nada muito concreto). No Verão de 2010 fui à farmácia ao pé da casa da minha mãe pedir um estágio extra-curricular, como aluna do 3º ano, para ver se aprendia mais qualquer coisa sobre o que eu tinha ideia de fazer uns anos mais tarde.


Devo dizer que me apaixonei pela equipa da farmácia :)
Sempre bem dispostos e companheiros, receberam-me tão bem, que 2 anos depois lá estava eu para fazer o estágio curricular de 4 meses.

Este primeiro estágio foi uma coisa simples, conheci o Sipharma Classico, com o seu aspecto "ms dos", dei entrada de 1 ou 2 encomendas, verdade seja dita na altura não percebia nada daquilo. Das coisas que me lembro melhor era não perceber como é que eles sabiam os produtos que iam precisar de etiqueta... provavelmente porque na faculdade não nos explicaram o conceito de medicamento de venda livre. Se explicaram peço desculpa porque ou faltei ou estava distraída.
Percebi que os medicamentos genéricos não eram apenas o nome da molécula numa caixa branca sem marca, mas sim que havia milhares de laboratórios diferentes que fabricavam o mesmo genérico a preços variados. Apanhei a altura do aumento do IVA de 5 para 6% nos medicamentos e com isso alterações de preços de todas as caixinhas possíveis e imaginárias.
Entre várias coisas, arrumei, arrumei e arrumei muito. Foi giro mas não fantástico, de qualquer forma estava longe de ser aquilo que fazemos todos os dias.

Quando chegou a altura dos estágios, tínhamos opção de 2 meses hospitalar + 4 meses comunitária ou 6 meses comunitária. Eu estava bastante inclinada para fazer só comunitária, o hospital não me dizia nada, pouco sabia sobre o assunto. Lá está não me lembro de na faculdade dizerem o que os farmacêuticos fazem nos hospitais.. Alguém, que não me lembro, disse-me que não deveria desperdiçar a oportunidade de fazer estágio no hospital, pois se um dia mais tarde quisesse ir para aquela área sem ter o estágio seria bastante complicado.
Lá fui, escolhi o melhor que pude pela minha colocação na lista. O objectivo era fazer tudo seguido e terminar o curso na 1ª leva de estudantes de Lisboa a saírem para o mercado de trabalho. Sim na altura estava horrível, por todos os lados se ouvia que já não havia trabalho, mesmo nas farmácias, que sempre tinha havido.
Consegui fazer o estágio hospitalar 1º, tal como queria, no Hospital de Curry Cabral.
E vá-se lá saber, adorei!
Não tinha qualquer noção do que se fazia e achei tudo espectacular, a equipa era simpática, não tão "família" como na comunitária, mas suficiente para nos sentirmos bem todos os dias. Éramos 4 estagiários e durante aqueles 2 meses andámos quase sempre juntos. Aprendemos imenso sobre anti-retrovirais e imunosupressores, mais uma coisa que não me lembro de falar quase nada na faculdade. Fomos a comissões de transplante e visitámos doentes pré e pós-transplante. Assisti a quimioembolizações (tratamento cirúrgico para certos tipos de cancro do fígado). Estudámos listas de medicamentos de doentes internados, vimos análises especificas e fizemos requerimento para tratamentos especiais. Falei ao telefone com um médico devido a um doente que estava a fazer doses tóxicas e ao mesmo tempo sub-terapêuticas de um determinado medicamento. E tantas outras coisas que eu não fazia a mais pequena ideia.
No final os horários também eram super simpáticos para se trabalhar mas azar dos azares, vagas cheias até rebentar as costuras.
Quando fiz o estágio de comunitária já conhecia mais ou menos os cantos à casa, aprendi a dar entrada de encomendas como deve ser e passado uns tempos comecei a atender as pessoas, a dispensar receitas e fazer alguns aconselhamentos pouco complexos. Tive o 1º impacto com a dermocosmética e odiei! Não sabia nada daquilo, na faculdade só quem tinha opcional é que aprendia coisas sobre essa matéria. No final acho que não correu muito bem.. vim de lá com uma nota bastante má (para as minhas expectativas) e achei que se calhar não servia para ser farmacêutica.

Foi uma altura extremamente depressiva, com a tese para acabar, o aproximar de começar a procurar emprego, sabendo que não havia nada...

Entreguei currículos pelas farmácias do conselho e esperei.. tive uma entrevista logo na semana seguinte, da qual fiquei sem resposta durante 2 meses..


Trabalhei no Toys'r'us entretanto e também adorei! O que posso dizer? sou maluquinha :P
A disponibilidade dos gerentes e responsáveis era extraordinária, os colegas eram super porreiros, e não éramos assim tão mal pagos como se pode pensar. Foi uma experiência óptima que terminou com uma prenda de Natal antecipada.

A minha 1ª entrevista afinal tinha dado frutos e quiseram contratar-me em Dezembro.


Lá comecei a trabalhar, o 1º dia correu mal! Não sabia onde estavam guardadas as coisas, sentia-me uma grande lesma a atender cada pessoa e quando não havia algum medicamento (coisa que não estava habituada) não sabia fazer logo pesquisa no fornecedor para dizer à pessoa que tinha para aquele dia logo a seguir a dizer que não tinha de imediato. Verdade seja dita que me senti atirada aos leões! Ninguém fez comigo uma visita guiada, ninguém me ajudou no 1º atendimento, mesmo sendo o meu 1º emprego. Com os dias fui melhorando, conhecendo os cantos à casa e até fiz aconselhamentos de dermocosmética (fiquei super orgulhosa de mim).
Eu Janeiro fui mudada para outra farmácia dos mesmos donos, pela explicação até me safei bem e consideraram que podia ir para essa onde a população era considerada mais exigente e estava aberta ao domingo.


E lá estive, na mesma farmácia desde Janeiro de 2013 até Fevereiro deste ano!
3 anos no mesmo sítio.
Aprendi tanta coisa... inicialmente éramos uma equipa pequenina (4 pessoas), tomámos conta daquilo o melhor que soubemos e pudemos até a falta de dinheiro quase levar a farmácia à falência. Eu e outra colega desistimos de trabalhar sem receber ou receber com 1 mês e meio de atraso e fomos embora.
Vieram novos donos e convidaram-nos a ficar, eu fiquei, ela não. O horário alargou das 9h às 24h todos os dias, a equipa aumentou para 6 pessoas.
Aprendemos a usar um novo sistema informático, a seguir objectivos de equipa e a habituar-nos a horários de sair tarde e a "levantar uma farmácia das trevas". E acreditem tentar reconstruir uma reputação é tão ou mais difícil como lidar com uma farmácia quase na falência. Criei uma 2ª família ali, passámos aniversários, feriados, jantares de Natal e passagens de ano.

Aprendi e aprendo todos os dias mais um bocadinho a ser Farmacêutica. Afinal parece que até sirvo para isto e a verdade é que adoro, mesmo com todos os pontos negativos.

A frustração de achar e sentir que não tínhamos qualquer valor enquanto trabalhadores fez-me querer ir embora e custou-me tanto "abandonar" a minha equipa, a minha 2ª família, na "um pedacinho minha" farmácia que me "viu" crescer e aprender tanta coisa que ainda hoje me lembro do aperto que senti quando lhes contei que ia sair.

Tentei uma coisa mais arrojada, mais aventureira, mas na verdade eu não sou nada aventureira... tive medo que o voo fosse demasiado alto e depois a possível queda seria desastrosa, que entretanto tenho as minhas contas para pagar e sou medricas.
Eu que nunca fui desconfiada de ninguém, desconfiei.. achei que não poderia ser tão bom, achei que podia ser enganada e depois não tinha forma de voltar a trás.
Eu que não tenho experiência nenhuma de vida achei que podiam estar a enganar a totó que acredita em toda a gente e fica entusiasmada com projectos novos. Amedrontei-me e voltei a correr "com o rabinho entre as pernas" e as "orelhas baixas" de tristeza por afinal não ser para mim, uma das coisas boas e inéditas que acontecem uma vez na vida e alguém aproveita a oportunidade.

Fui para uma nova farmácia, onde estou desde Março, inicialmente senti-me insegura, de não ser tão competente como achava que era. Ao fim dos 3 primeiros anos eu sentia-me bastante confiante daquilo que fazia e do papel importante que desempenhava no dia-a-dia da farmácia.
Agora a equipa é maior, estamos abertos 24h, 365 dias por ano. Eu era a pessoa nova que nada de importante tinha além de ser mais uma pessoa para rodar turnos e não ser tão pesado para os outros.
Passados estes quase 7 meses, ainda não estou "em casa" mas sinto-me parte da equipa. Continuo a gostar daquilo que faço apesar de às vezes estar rabugenta com o facto de termos um horário tão alargado. Até à meia noite também não era melhor em termos de horário, aliás perfeito, perfeito era até às 19h ou 20h e folga aos domingos, mas isso já há pouco.
Ainda assim há dias que vale tanto a pena fazer o que faço que tudo o resto não importa! :)

Passados 4 anos muita coisa mudou, a realidade de emprego na minha área está francamente melhor.
Tive 3 patrões diferentes e trabalhei em 4 farmácias.
Conhecia muitos doentes pelo nome e alguns infelizmente já morreram.
Aprendi a gerir uma farmácia com o mínimo dos mínimos e a engolir muitos sapos.
Conheci colegas fantásticos que vão ficar para a vida, esteja onde estiver.
Sinto que cresci bastante, e quanto mais cresço mais percebo que ainda sou "pequenina".
Se à 4 anos imaginava estar onde estou agora? Acho que não..
Até ponderei seguir a área da dermocosmética o.O (mas depois fiquei com pena de deixar de ser farmacêutica de medicamentos).
Mas uma coisa que queria consegui, trabalhar naquilo que gosto e para o qual dediquei 5 anos e meio da minha vida.

A ideia era uma publicação pequenina pois era, mas tal como há 4 anos atrás, eu continuo sem saber escrever pouco :P

Bom feriado!

outubro 16, 2015

Verniz da semana #10

Boa noite!

Passado algum (muito) tempo, o Verniz da semana está de volta!

Vou tentar que seja algo mais frequente.
No geral, que as vindas ao blog sejam mais frequentes.

Estava ontem a preguiçar quando alguém comentou uma foto na minha página do facebook.
Respondi de imediato e fiquei com vontade de vir aqui publicar alguma coisa.
Isto dos blogs é algo frustrante às vezes. Por mais que se escreva por gosto, saber que alguém lê e gosta dá sempre vontade de continuar.

Em tempo de Inverno há sempre o tempo em que iria à praia disponível, assim sendo tenho mais tempo para me entreter com os vernizes :)

No início do mês fui lanchar com uma amiga e aproveitámos para dar um saltinho à Kiko.
Estava decidida a comprar o edição limitada Perfect Gel Duo, mas depois vi os Velvet Satin, que estavam em promoção (na compra de 3 oferta do 4º).
Queria mesmo o Perfect Gel, mas as cores não são muito variadas, só um ou dois rosas é que me chamavam mais e nem eram aquele "tem de ser meu". Quando vi os Velvet Satin apaixonei-me logo pelo rosa e pronto acabei por decidir deixar o Perfect Gel para outra altura.

Acabei por comprar 2 Velvet Satin e 2 Power Pro (a promoção podia ser 4 à escolha destas duas gamas). Os Velvet têm um acabamento mate com alguns brilhos, os Power prometem um acabamento mais brilhante e duradouro.

Os que vos trago neste verniz da semana são o Velvet nº691 (o tal rosa que amei assim que vi) e o Power nº48 (um roxo escuro lindíssimo).



junho 11, 2015

Olá blog :)

Olá!!!
Parece que este ano ainda não escrevi coisa nenhuma.

A verdade é que só tenho dado sinais de vida na página do Facebook.
E não tem sido com muito frequência..
O mais estranho disto tudo é que desde que deixei de escrever com relativa assiduidade, o número de seguidores na página (que são pouquinhos na mesma) aumentou para mais do dobro.
Isso e continuar a haver várias visualizações, do blog, todos os dias mesmo sem haver publicações novas há 8 meses.

Muitas vezes apetece-me vir cá publicar coisas, tenho imensas fotos a contar com isso.
Eu nem sei bem o porquê de não vir.. sempre quis escrever pouco por isso não perderia muito tempo, as fotos já estão tiradas mesmo.. há sempre uma preguiça mais profunda que me inutiliza ou que é..

Hoje, tal como das últimas vezes, abri o Facebook e tinha mais gostos na página, apeteceu-me passear pelas publicações que lá tinha e tal até que cheguei ao início deste blog. Vim ler porque já não sabia ao certo o que tinha escrito, só me lembrava que tinha sido antes de apresentar a tese, há quase 3 anos atrás.

Sinceramente tenho pena de não conseguir arranjar vontade suficiente para escrever com frequência. Há sempre uma desculpa para não vir aqui perder tempo, quando na verdade passo horas a jogar qualquer coisa no Facebook ou no telemóvel.
Eu na realidade não tenho muita paciência para manter "vida de bloguer" não consigo ler todas as pessoas que gostaria que me seguissem também. Mas será que o facto de não ter uma comunidade no blog me impede de escrever o que gosto? Claro que o reconhecimento que alguém leu e achou interessante é sempre força para continuar a escrever, mas se calhar sou demasiado preguiçosa para cumprir o meu papel e depois espero na mesma que alguém veja de volta.

Já pensei em ter um canal no youtube, é bastante mais fácil de seguir canais do que ler blogs. No entanto a produção e edição do vídeo não é coisa fácil.

Não sei...

Quero tentar a ver se consigo escrever alguma coisa, a ver como corre..
Já me parece estúpido o facto de escrever sobre nada, mas se calhar é isso mesmo que me falta!
A capacidade de ignorar o facto de hipotéticos leitores, que nunca me viram na vida, acharem estúpido algo que escrevi!


Esta vai ser uma tentativa nova, uma tentativa diferente.
Não escrever a pensar no que irão pensar as pessoas que algum dia irão ler.


Escrever só para escrever! :)

outubro 27, 2014

Aventuras na Cozinha #3

Vamos fazer de conta que não passaram 6 meses, até porque já fiz uns mil re-starts.

Como sempre a vontade de escrever continua em força e cá estou eu para deixar uma receita pedida por várias famílias :)

Há uns tempos a Andreia trouxe-me um saco enorme de espinafres biológicos e fresquinhos, directamente do quintal dela. Decidi que não os podia gastar só com a óbvia sopa, ainda por cima tão verdinhos que estavam ali a olhar para mim.

Andei à procura na net o que poderia fazer com espinafres até que encontrei uma receita que me chamou a atenção.

Bolo de espinafres com cobertura de chocolate!
Tinha um aspecto fantástico todo verdinho por dentro, fiquei fascinada, como uma criança que não acredita que um bolo pode ser verde (e continuar a saber a bolo). :D

Na altura segui a receita toda (do bolo), mas no fim não me apeteceu fazer bolo. Decidi por em formas de queques e em vez da cobertura de chocolate decidi por chocolate no interior, para ser surpresa para quem os fosse comer :P




Gostei muito do resultado e quem os comeu também :)
Tanto que pela primeira vez, decidi repetir uma receita de queques.

Ontem estava a pensar numa sobremesa para levar ao jantar. Fui ao congelador e vi que ainda tinha um saquinho cheio de espinafres e haveria alguma coisa melhor que os queques verdinhos que ficaram tão bons.



Ingredientes:

- Espinafres                     200g
- Ovos L                          3
- Açúcar branco              120g
- Farinha tipo 55             160g
- Óleo vegetal                 60 mL
- Essência de baunilha    1 colher de chá
- Bicarbonato de sódio   1 colher de chá
- Fermento                      1 colher de chá
- Chocolate de culinária 12 quadradinhos

Preparação:

- Triturar os espinafres, adicionar os ovos, o açúcar e o óleo, misturar tudo até ficar homogéneo.
- Misturar na farinha o bicarbonato de sódio e o fermento, juntar ao preparado anterior, adicionar a essência de baunilha e envolver tudo.
- Distribuir a massa pelas forminhas de queques, por um quadradinho de chocolate em cada um.
- Levar ao forno a cerca de 180/200ºC durante 25/30 minutos.



Espero que gostem! ;)

maio 23, 2014

Verniz efeito Gel - O milagre?

Para variar um pouco os temas, hoje venho falar de um produto que comprei e não estou muito satisfeita.

Eu gosto bastante de pintar as unhas, mas nem sempre tenho tempo e/ou paciência. Uma das grandes influências para a minha falta de paciência é saber que provavelmente não vai durar dois dias sem estar o verniz lascado.
No trabalho além de usar o teclado, também arrumo as caixas, abro os contentores e tudo isso facilita o estar sempre a "raspar" as unhas em algum lado (às vezes até partir).
Quando pinto as unhas faço questão de usar sempre base antes do verniz e top coat por cima, na tentativa de durar mais uns dias, já que me é tão chato arranjar tempo.

Há uns meses comecei a ver em vários lados os Top Coat efeito Gel e pensei "descobri a pólvora" era exactamente isto que me faltava para tentar que os vernizes durem uns 5 dias, quem sabe uma semana.

maio 21, 2014

Aventuras na Cozinha #2

Quase um mês depois da última publicação, após mais de uma semana com as fotos prontas aqui a olhar para mim. Decidi, finalmente, acabar com esta procrastinação. Ainda por cima nem tenho desculpa para não publicar, porque estou de férias faz uma semana.

Já por outras vezes me obriguei a tentar escrever menos. E esta vai ser mais uma tentativa.

A verdade é que me dá uma preguiça gigante saber que vou perder séculos a escrever, porque nunca sei escrever pouco. Devo ter um defeito qualquer no gene de resumir coisas inúteis que quero contar a alguém..enfim lá está ele a atacar outra vez lol
Mas eu vou tentar!

Vamos lá!


Nos meus anos o Tiago deu-me, entre várias prendas, um kit de biscoitos, com forminhas em forma de boneco de gengibre, com uma "caneta" para usar material próprio de desenhar em bolos e biscoitos e um livrinho com receitas de biscoitos. :)

Pouco depois decidi experimentar uma receita do livro, pois tinha 2 claras no frigorífico à espera de um destino qualquer.